O objeto e o objetivo
Eu meio que não acredito em amor. Quando se trata de namoro. Muito menos amor à primeira vista. Acredito que amor é uma coisa a ser construída. Uma coisa que com o tempo se cria, e vem depois de muita troca, compreensão, ajuda, acolhimento, divertimento e, o principal, convivência sem grandes conflitos. Ora, pois que vejo meninas apaixonadas, isso sim, nisso eu acredito. Acredito em paixão à primeira vista, ora que pra mim paixão nada mais significa que tesão colocado de uma forma mais delicada.
Volta e meia me aparece uma colega de 17 anos, que diz amar seu namorado o qual está com ela há três meses, e eu pergunto o porque de ela achar que ama ele. Eu invento de perguntar coisas às vezes que eu não sei o que eu quero com isso. Sinceramente.
Daí ela me responde,
:” -ai, quando eu vi ele na primeira vez, ele tocava violão, uma música linda, sabia tocar muito bem, ele lê bons livros, ele é inteligente, desenvolto, enfim, ai eu amo ele.”.
Aham cláudia, senta lá.O que ela ama? Quem ela “acha” que ele é. Sim, só pode. Neste pouco tempo com ele, quase tudo o que ela tem na cabeça quando pensa nele, são projeções, ilusões. As pessoas têm mania de idealizar o objeto de amor para verificar que são amáveis aos olhos de seus próprios ideais*.
*Se forem aceitas por quem já é o que elas gostariam de ser, quer dizer que elas podem vir a ser como se objetivam.
O Manias de Alguém, da querida Carol, tá de casa nova!















Comentários