Aconteceu com o amigo de um amigo meu…
Nada nos deixa mais feliz do que criar um “quadro” semanal, onde pedimos a participação do leitor, e esse pedido se realiza. Isso depois de dinheiro, cerveja e mulheres é claro, mas não precisa ser nessa ordem.
No primeiro post de “Aconteceu com o amigo de um amigo meu”, gentilmente pedimos a participação dos leitores, para que enviassem histórias que quisessem compartilhar para ccp@cortocabeloepinto.com. Mas histórias com tendências para o riso, nada de “o triste fim de meu namoro”.
A história abaixo foi enviada pela leitora Eleine. Onde ela compartilha uma ótima experiência de vida, que pode nos ser útil, um dia.
Minha nossa… Essa é mais uma daquelas histórias que a gente nunca esquece e sempre lembra com muita vergonha.
Eu tive um namorado, quando tinha 18 anos, que era mais velho que eu – 27 anos. Ele trabalhava como motorista de van escolar e nós nos conhecemos em uma viagem que eu fiz para a cidade de Itá, em Santa Catarina mesmo. Nesta viagem eu misturei caipirinha com cerveja e um deck que balançava muito.
Claro que passei mal. Vomitei o banheiro inteiro, um vexame danado. Não sei
se ele não viu ou se foi isso que conquistou o coração dele porque a gente trocou muitos olhares pelo retrovisor no dia seguinte enquanto ele dirigia.
Não fizemos nada, mas eu dei meu telefone pra ele.
Ele me ligou e nós combinamos de tomar uma cerveja juntos. Os dias se passaram e a gente começou a namorar. Conheci a família dele, o filho dele e tudo o que tinha direito. Certa vez quando a gente foi para um motel, que era onde a gente sempre transava, durante o banho na banheira, ele deu uma mexida no nariz e adivinha: um tatu dando tchauzinho! Horrível. Claro que eu não falei nada e também não terminei com ele por causa do amiguinho mais feliz do nariz dele, mas que foi nojento foi!
Outra coisa que ele fazia e com grande destreza era soltar pum enquanto dormia. Exímio soltador de pum. Nunca vi coisa igual. Eram daqueles prolongados e bem barulhentos. Ainda bem que não tinha cheiro! Ufa! Ele também roncava de noite. Credo!
Certa vez, com esse mesmo cara, estávamos no motel na maior safadeza, quando ele resolveu ir tomar o nosso rotineiro banho de hidromassagem. Conversamos, beijamos e aproveitamos o banho.
No meio da conversa, ele me questiona sobre o funcionamento das bolhas de ar da banheira. Eu comentei que pelo barulho deveria ser algum motorzinho elétrico que movimentava a água com a injeção de ar. Não sei se foi na estupidez, mas o cara enfiou o dedo dentro o buraquinho que solta o ar e eu só escutei “trrrrrrr”. Adivinhem só: ele atorou a ponta do dedo na hélice do motorzinho. Era só sangue por todo o lado.
Claro que seria interessante que houvesse uma rede de proteção para os infelizes que quisessem colocar o dedo lá, mas ele não precisava ter feito aquilo!
Em suma: ele ronca, peida alto, não limpa o nariz com freqüência e ainda enfia o dedo onde não é chamado. Já pensou se ele enfiasse outra coisa?

Então, caso queira compartilhar um fato real que tenha potencial para gerar risadas, mande para ccp@cortocabeloepinto.com e pelo menos semanalmente iremos publicar uma ou mais histórias de leitores, ou nossas.















Comentários