A Lei de Parkinson

“O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído.” Isso é o que diz a Lei de Parkinson, seguida do exemplo “se você quer que algo seja feito, dê para alguém ocupado”.

Esta lei é muito bem explicada, com um toque de humor, no livro A Lei de Parkinson, da editora Nova Fronteira.
Nas muitas aplicações da lei, o livro apresenta uma sátira relacionado ao inchaço nos cargos da administração pública, dando porquês para situações como a “criação” de cargos públicos, o porquê temos tantos funcionários para um único tipo de função. Não entendeu? Aí vai um exemplo ao estilo do própio livro.

Um funcionário A acredita, seja verdade ou não, estar com excesso de trabalho. Então ele conversa com seu chefe para contratar ajudantes. Nunca um, sempre dois ou mais. Você deve perguntar, mas porquê? Simples.
Digamos que ele contrate B, esse Sr. B iria aprender tudo o que ele faz, tornando um rival para assumir o cargo do seu chefe, então ele precisa dividir isso com mais um funcionário, para não correr risco de perder sua promoção. Logo ele contrata C Também.
Este ciclo vicioso aplica-se em B e C, e logo temos um alfabeto completo e até sílabas!!

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